Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017

Barcelona

(de 12 a 16/10/2004)

Sem dúvida alguma, o ponto alto desta nossa viagem, primeiro pelo interior de Portugal e seguida de visita a Lisboa, foi a fase final espanhola em Barcelona, cidade que há longa data desejava conhecer.

A arquitetura
Capital da Catalunha, Comunidade autônoma, com seu próprio governo e língua, Barcelona é uma cidade palpitante, alegre, na qual se fundem em harmonia Antiguidade, Modernidade e Contemporaneidade. A história de Barcelona remonta a tempos muito antigos e há belíssimas edificações dos períodos Românico, Gótico, Barroco e Renascentista, porém, o que dá à cidade seu toque característico são as construções empreendidas durante os últimos cento e vinte anos, onde se distinguem especialmente os trabalhos de Antoní Gaudí e dos arquitetos seus contemporâneos.
Fiquei maravilhada com essa diversidade de estilos arquitetônicos. Não me lembro de ter visto nada igual nos muitos lugares por onde andei, uma convivência eclética tão bem resolvida, que abrange desde a imponente Catedral de Santa Eulália, cuja construção se iniciou no final do século XII, seguindo os padrões do estilo gótico catalão, até a não menos impressionante Catedral da Sagrada Família, a qual Gaudí dedicou 40 anos de sua existência, e que ainda não está concluída.
Essas duas catedrais, símbolos de Barcelona e de duas épocas tão distintas, bem representam o que lá acontece em termos de arquitetura e história da arte, um renovar constante, ousado, visando a lançar a cidade para o futuro, porém preservando os laços com suas origens. Eu, Myrthes, também sou assim: adoro novidade, coisas modernas, ousadas, mas tenho essa ligação forte com o passado, a antiguidade, as origens. Provavelmente foi por isso que a cidade tanto me cativou.

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